Falando de Sevens – Notas soltas


Aquela que parece ser a lista oficial das equipes participantes no Namíbia Sevens, que amanhã tem o seu início, sofreu algumas alterações desde a semana passada.

Assim, a Espanha, que chegou a estar indicada como participante, e depois foi substituída pelos Emerging Springboks, volta a fazer parte da lista. Por outro lado, as Fiji não se farão representar pela sua equipe principal, mas sim pelos Fiji Barbarians, apesar de ser constituída por grandes jogadores, incluindo William Ryder, que muitos consideram o sucessor de Serevi.

Parece que os grupos iniciais ficaram asssim constituídos:

Grupo A: África do Sul, Namíbia e Tunísia.

Grupo B: Fiji Barbarians, Zâmbia e Espanha.

Grupo C: Argentina, Zimbabwe e Uganda.

Grupo D: Samoa, Portugal e Botswana.

A propósito de Serevi, fiquem a saber que o Mago arrumou definitivamente – se, com ele, a palavra existe…- as botas, no Melrose Sevens desta primavera, zangou-se com a Federação de Fiji, e é agora o treinador da Papua Nova Guiné. Com Waisale Serevi no comando, os Papuas prometem ser um adversário muito mais poderoso.

Falando de treinadores e de Fiji, assiste-se à constituição de uma nova equipe técnica da sua seleção de XV, com a chamada de Glen Ella, antiga glória Australiana, de Sam Domoni, que também vestiu a camisa dos Wallabies, do antigo capitão dos All Blacks Mike Brewer e do antigo numero 8 fijiano, Inoke Male. Isto mais parece uma assembléia do que uma equipa técnica, mas mostra o empenho de Fiji em subir na escala do reconhecimento internacional. De notar que a chamada de Glen Ella e de Mike Brewer parece ser apenas para a digressão ao hemisfério norte, que terá lugar no próximo mês de Novembro. Depois disso, Domoni será nomeado Head Coach a tempo inteiro, e Inoke Maler terá a sua primeira oportunidade ao nível de seleções como Técnico Assistente.

Finalmente quero agradecer publicamente as dezenas de mensagens de apoio que tenho recebido pela publicação da lista dos jogos internacionais do Brasil, e, especialmente as contribuições e informações que me tem chegado, e que, oportunamente publicarei. Espero que, esta minha iniciativa, incentive outros a avançarem com as suas contribuições, nomeadamente na publicação de uma História do Rugby no Brasil, que todos possam assumir, como a “sua” própria história.

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